A valorização de produtos regionais tem sido uma tendência crescente nos últimos anos, e um dos principais instrumentos para impulsionar esse movimento é a Indicação Geográfica (IG). Reconhecida globalmente, a IG não só protege a origem e qualidade dos produtos como também atua como uma poderosa ferramenta de desenvolvimento econômico e promoção turística. A IG beneficia tanto os produtores quanto os destinos onde os produtos são fabricados, gerando valor agregado, preservando o patrimônio cultural e promovendo o turismo.
Neste blogpost, vamos explorar a importância da Indicação Geográfica, seus impactos na economia local, e como ela pode transformar a percepção de um produto e de uma região. Ao longo do texto, indicaremos artigos e notícias relevantes para que você possa se aprofundar ainda mais no tema.
O que é Indicação Geográfica?
Indicação Geográfica é uma certificação concedida a produtos ou serviços que possuem uma origem geográfica específica, garantindo que as características ou qualidades desses produtos estejam diretamente ligadas à sua procedência. Na prática, isso significa que apenas produtos oriundos daquela região podem ostentar o selo de IG.
Existem dois tipos principais de Indicação Geográfica:
- Indicação de Procedência (IP): Refere-se ao nome geográfico do local que se tornou conhecido pela produção, extração ou fabricação de um determinado produto.
- Denominação de Origem (DO): Refere-se a produtos cujas qualidades e características são devidas, essencialmente, ao meio geográfico onde são produzidos, incluindo fatores naturais e humanos.
Essas certificações garantem a qualidade, autenticidade e origem dos produtos, protegendo-os contra fraudes e cópias, ao mesmo tempo em que agregam valor e reconhecimento internacional.
Exemplos de Indicações Geográficas no Brasil
- Café do Cerrado Mineiro (MG)
- Vinhos do Vale dos Vinhedos (RS)
- Cachaça de Paraty (RJ)
- Queijo da Canastra (MG)